Olá gente, espero que vocês gostem , que Deus abençoe a vida ve vocês , obrigaaado por passarem por aqui ! Beeeijos ! Mariana Evelyn ♥
28/12/2010
23/12/2010
10/12/2010
24/11/2010
23/11/2010
22/11/2010
15/11/2010
13/11/2010
12/11/2010
11/11/2010
A MORTE ENTROU PELA PORTA E SENTOU NA MINHA SALA
Yvelise de Oliveira, dona e diretora do Grupo MK, escreveu uma crônica especial sobre a morte de seu filho Benoni de Oliveira.
A morte aconteceu a cerca de dois meses em um acidente de avião no Rio de Janeiro. Junto com Benoni estava Sergio Menezes, marido de Marina de Oliveira, filha de Yvelise.
Dona Morte entrou pela porta da minha casa e se instalou confortavelmente em algum dos meus sofás.“Essa senhora sinistra” começou com o meu jardim.
A casa foi feita para o jardim. Toda cercada de flores coloridas, as singelas “Marias sem vergonha” abraçavam tudo como em um buquê. Por dentro da casa e pelo lado de fora junto dos muros o colorido das flores, na rua, aconchegavam a frondosa amendoeira em um abraço carinhoso em frente à casa.
Mas as plantas foram morrendo sem motivo e o jardim todo florido foi ficando sem vida e sem cor…
Se foi o sol, o calor, muita água, o jardineiro mesmo não sabia dizer… Mas lutei. Comprei terra adubada e centenas de mudas de “Maria sem vergonha”, lilases, grama inglesa. Enfim, plantei tudo de novo, mas o jardim nunca mais foi o mesmo. Minhas orquídeas morreram aos montes no orquidário branco que fiz para cuidá-las. Amo plantas.
Indo mais fundo, Dona Morte matou minha gata Sara. A porta foi esquecida aberta e ela pulou para a casa da vizinha – morreu na hora. Os cachorros quebraram seu frágil pescocinho.
Lamentei por dias sua morte e chorei sentida a sua falta.
Mas a gente não sabe o futuro e esperei sempre que tudo fosse melhorar.
Sem doença, sem nada, a mãe do meu marido, D. Margarida, morreu. Uma morte serena. Dormiu e não acordou. Sua jornada tinha acabado.
Foi uma tristeza grande. O consolo ficou apenas na suavidade com que Dona Morte agiu.
Assim que a gente começa a respirar mais aliviado, o consolo vem vindo, porque minha sogra viveu 91 anos, jovial e saudável.
Nesse ano que passou nós a vencemos quando meu marido teve um câncer e pensei que iria perdê-lo. Mas a mesma fé que o curou completamente não consegui tirar o medo que veio morar dentro de mim.
Logo eu, tão segura, tão confiante, tão cheia de planos, passei a temer o confronto com ela: a “Sinistra Senhora”.
Depois passei a desconsiderá-la: “Não. Já perdi gente demais, um filho pequeno , minha mãe, meu pai, minha amiga querida. Perdas que fazem parte da vida quando se é jovem.”
Mas Dona Morte instalou-se. Minha casa grande, branca e bela tornou-se sua morada predileta.
Em um sábado de céu azul e o sol brilhando, um dia tipicamente carioca, a família se reuniu para almoçar. Na mesa, sorriso e comida farta, muito papo jogado fora.
Benoni, meu filho, tinha agora um novo hobby: voar de ultraleve, um avião monomotor.
Todos já tinham voado com ele: meus netos, sua esposa, meu marido e as centenas de amigos que ele, com seu jeito de menino grande e coração doce, conquistava.
Nesse sábado, ele me convidou animado: “Vamos, mãe, vamos voar, é lindo. A gente se sente um pássaro”. Emocionava a forma como ele descrevia o vôo, uma aventura única, um prazer indescritível. Ver o Rio assim, de cima, sua cidade que ele tanto amava.
Vou enjoar, respondi, acabei de almoçar. Vou amanhã, eu prometo.
Meu genro, um jovem homem amável e tranquilo, nada dado a aventuras perigosas disse: “Eu vou. Vou fotografar todo o Rio, o Cristo. O dia está claro como cristal”.
Meu genro era um grande fotógrafo, tinha uma visão artística peculiar de luz e sombra.
Assim os dois saíram rindo felizes. O Sérgio, meu genro, com sua máquina super Nikon pendendo do pescoço. Alto, magro e sorridente como seu cunhado. Eram muito diferentes, mas tinham em comum a camaradagem.
Nesse dia claro e cheio de sol, Dona Morte resolveu dar um golpe fatal.
Enquanto o dia ia findando e o sol tornava o céu rosa em tons de púrpura e lilás, meu filho foi aterrizar seu avião, pequeno, leve como um brinquedo mortal.
O vento, sim, o vento que ele tanto amava virou o avião. Caíram na lagoa e morreram os dois na mesma hora.
Tantos planos, tantos sonhos, tanta juventude assim cortada, desperdiçada.
Morto meu filho, os bombeiros o tiraram da lagoa, o coloquei no meu colo. Pareceu dormir. Tão lindo.
Um garrote me apertou a alma. Uma dor assim não se limita, não se escreve, não se consegue sabotar.
Perplexa, vi que era verdade… Meu filho amado, meu filho morto, em meus braços eu embalei.
A dor é muito particular, íntima e, para mim, incurável. Não vou superar, já estou velha, cansada. Vou apenas suportar enquanto der, lutando para preservar a minha fé, manter o meu coração em Cristo, desejando que Deus permita que meu tempo aqui na Terra não seja tão longo.
Como não pude te dizer, meu Deus: Ainda não, ainda não. E rogar: Por favor, não o deixe ir agora. Não me lance nessa noite tenebrosa.
Yvelise de Oliveira
Yvelise de Oliveira, dona e diretora do Grupo MK, escreveu uma crônica especial sobre a morte de seu filho Benoni de Oliveira.
A morte aconteceu a cerca de dois meses em um acidente de avião no Rio de Janeiro. Junto com Benoni estava Sergio Menezes, marido de Marina de Oliveira, filha de Yvelise.
Dona Morte entrou pela porta da minha casa e se instalou confortavelmente em algum dos meus sofás.“Essa senhora sinistra” começou com o meu jardim.
A casa foi feita para o jardim. Toda cercada de flores coloridas, as singelas “Marias sem vergonha” abraçavam tudo como em um buquê. Por dentro da casa e pelo lado de fora junto dos muros o colorido das flores, na rua, aconchegavam a frondosa amendoeira em um abraço carinhoso em frente à casa.
Mas as plantas foram morrendo sem motivo e o jardim todo florido foi ficando sem vida e sem cor…
Se foi o sol, o calor, muita água, o jardineiro mesmo não sabia dizer… Mas lutei. Comprei terra adubada e centenas de mudas de “Maria sem vergonha”, lilases, grama inglesa. Enfim, plantei tudo de novo, mas o jardim nunca mais foi o mesmo. Minhas orquídeas morreram aos montes no orquidário branco que fiz para cuidá-las. Amo plantas.
Indo mais fundo, Dona Morte matou minha gata Sara. A porta foi esquecida aberta e ela pulou para a casa da vizinha – morreu na hora. Os cachorros quebraram seu frágil pescocinho.
Lamentei por dias sua morte e chorei sentida a sua falta.
Mas a gente não sabe o futuro e esperei sempre que tudo fosse melhorar.
Sem doença, sem nada, a mãe do meu marido, D. Margarida, morreu. Uma morte serena. Dormiu e não acordou. Sua jornada tinha acabado.
Foi uma tristeza grande. O consolo ficou apenas na suavidade com que Dona Morte agiu.
Assim que a gente começa a respirar mais aliviado, o consolo vem vindo, porque minha sogra viveu 91 anos, jovial e saudável.
Nesse ano que passou nós a vencemos quando meu marido teve um câncer e pensei que iria perdê-lo. Mas a mesma fé que o curou completamente não consegui tirar o medo que veio morar dentro de mim.
Logo eu, tão segura, tão confiante, tão cheia de planos, passei a temer o confronto com ela: a “Sinistra Senhora”.
Depois passei a desconsiderá-la: “Não. Já perdi gente demais, um filho pequeno , minha mãe, meu pai, minha amiga querida. Perdas que fazem parte da vida quando se é jovem.”
Mas Dona Morte instalou-se. Minha casa grande, branca e bela tornou-se sua morada predileta.
Em um sábado de céu azul e o sol brilhando, um dia tipicamente carioca, a família se reuniu para almoçar. Na mesa, sorriso e comida farta, muito papo jogado fora.
Benoni, meu filho, tinha agora um novo hobby: voar de ultraleve, um avião monomotor.
Todos já tinham voado com ele: meus netos, sua esposa, meu marido e as centenas de amigos que ele, com seu jeito de menino grande e coração doce, conquistava.
Nesse sábado, ele me convidou animado: “Vamos, mãe, vamos voar, é lindo. A gente se sente um pássaro”. Emocionava a forma como ele descrevia o vôo, uma aventura única, um prazer indescritível. Ver o Rio assim, de cima, sua cidade que ele tanto amava.
Vou enjoar, respondi, acabei de almoçar. Vou amanhã, eu prometo.
Meu genro, um jovem homem amável e tranquilo, nada dado a aventuras perigosas disse: “Eu vou. Vou fotografar todo o Rio, o Cristo. O dia está claro como cristal”.
Meu genro era um grande fotógrafo, tinha uma visão artística peculiar de luz e sombra.
Assim os dois saíram rindo felizes. O Sérgio, meu genro, com sua máquina super Nikon pendendo do pescoço. Alto, magro e sorridente como seu cunhado. Eram muito diferentes, mas tinham em comum a camaradagem.
Nesse dia claro e cheio de sol, Dona Morte resolveu dar um golpe fatal.
Enquanto o dia ia findando e o sol tornava o céu rosa em tons de púrpura e lilás, meu filho foi aterrizar seu avião, pequeno, leve como um brinquedo mortal.
O vento, sim, o vento que ele tanto amava virou o avião. Caíram na lagoa e morreram os dois na mesma hora.
Tantos planos, tantos sonhos, tanta juventude assim cortada, desperdiçada.
Morto meu filho, os bombeiros o tiraram da lagoa, o coloquei no meu colo. Pareceu dormir. Tão lindo.
Um garrote me apertou a alma. Uma dor assim não se limita, não se escreve, não se consegue sabotar.
Perplexa, vi que era verdade… Meu filho amado, meu filho morto, em meus braços eu embalei.
A dor é muito particular, íntima e, para mim, incurável. Não vou superar, já estou velha, cansada. Vou apenas suportar enquanto der, lutando para preservar a minha fé, manter o meu coração em Cristo, desejando que Deus permita que meu tempo aqui na Terra não seja tão longo.
Como não pude te dizer, meu Deus: Ainda não, ainda não. E rogar: Por favor, não o deixe ir agora. Não me lance nessa noite tenebrosa.
Yvelise de Oliveira
07/11/2010
05/11/2010
O que esta acontecendo com o mundo ?!!
Paz do senhor a todos !..hoje quero falar um pouquinho mais sobre " O QUE ESTA ACONTECENDO COM O MUNDO ?!!!
Fico muito triste em saber que a fome no mundo é uma realidade que " predomina"..pois muitas pessoas hoje em dia , não tem o que comer nem beber..ou mesmo o que vestir ! E o que mais me entristece é que muitas das vezes nós temos tudo isso e ainda ficamos reclamando da vida !como se não se lembrássemos daquelas pessoas que morram muitas das vezes debaixo de pontes etc..vamos estar entercedendo por essas pessoas , pois precisam do senhor Jesus e as vezes; de tão fracas que estão ñ conseguem nem se levantar para ir a uma igreja !" DEUS ! AJUDE-NOS !
BÝ :" cantora mariana evelyyn "!
28/10/2010
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O que é Salvação?
-Tema: Salvação
Efésios 2.4-10
-Introdução: Você saberia responder a esta pergunta? Ser salvo pode referir-se a alguém que sofreu um acidente, um afogamento, um perigo e foi livrado por alguém que seria seu salvador/herói. Contudo a maior salvação que alguém pode experimentar é a salvação de sua alma para a vida eterna, que só pode ser oferecida por Jesus Cristo pelos méritos de sua morte sacrificial na cruz.
Como ser salvo?
Vamos comparar a salvação com uma viagem que tem origem, caminho e destino.
1- Origem da salvação/GRAÇA: v.5c e v.8a
A origem é de onde viemos.
De onde vem a Salvação?
O texto deixa claro que a salvação é de graça, não custa nada devido ao amor e misericórdia de Deus por nós (v.4).
Está bem claro que ‘isto não vem de obras... para que ninguém se glorie’(v.8,9) pois se fosse das obras, seria conquistado pelo próprio homem/mulher e estaria sujeito à vontade e justiça humana, mas se é pela graça, então só pode ser concedido por Deus.
Muitas pessoas e religiões querem pagar sua própria salvação e se decepcionam porque é impossível. Somente Jesus pode pagar a salvação, por que não somos merecedores de nossa salvação, pois ‘estando nós mortos em nossos delitos, Ele nos deu vida’ (v.5).
Não há nada de bom que possamos fazer para que Deus nos ame mais. Não há nada que deixemos de fazer para que Deus nos ame Menos. Por que Deus é Amor!
2- O Caminho da Salvação/FÉ: v.8b
O caminho significa a direção que vamos seguir. Para chegar ao destino precisa-se de seguir o caminho certo. Se partirmos de um lugar para outro devemos escolher qual direção melhor para chegar ao destino. Qual é o Caminho para a Salvação?
O texto diz que é ‘pela fé’, ou através da fé. Mas será que é qualquer fé, em qualquer crença ou deus? Não. É uma fé específica em uma única pessoa que é Jesus Cristo que disse: ‘eu sou o caminho, a verdade e a vida’ (João 14.6). Jesus não disse ‘um dos caminhos’, ‘uma das verdades’ ou ‘uma das vidas’. Muitos dizem que há muitos caminhos para chegar até Deus, que há muitas verdades sobre Deus ou que podemos passar por várias vidas para conhecer a Deus. Mas Jesus disse diferente, que somente ele é o único caminho, única verdade e única vida.
3- Destino da Salvação/DOM DE DEUS/ VIDA ETERNA:v.8c
Uma viagem tem um destino almejado. Qual o destino de quem parte da origem da Graça e segue pelo Caminho da fé em Jesus Cristo?
O destino de quem pela Graça e através da fé em Jesus busca a salvação não pode ser outro senão a mesma. Alcança o Dom/presente de Deus, que é a Vida Eterna.
Enquanto estamos aqui nesta terra Jesus nos dá Vida e Vida em Abundância (João 10.10), mas o maior prêmio é a salvação de nossa alma.
Mas não é só de coisas ‘abstratas’ que devemos ter como destino. O texto também diz que é ‘para boas obras’ (v.10). Embora não diz que não somos salvos ‘pelas obras’ (origem), mas ‘pelas obras’ (destino). Devemos fazer obras como conseqüência da nossa salvação em Cristo. Se você é salvo, seu destino é viver fazendo boas obras com gratidão pela salvação que você recebeu gratuitamente.
Receba a Salvação pela Graça, por meio da Fé e tenha o Dom da Vida Eterna!
-CONCLUSÃO: ’sois salvos’
Aqui não diz que seremos, sereis ou seríamos salvos no futuro e sim no presente. Então a Salvação é para agora, já.
Por mais que entendermos tudo isso, somente quando estivermos nos céus com Deus, Ele vai nos ‘mostrar nos séculos vindouros a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco’ (v.7).
Mesmo sem entender, creia e aceite esta salvação!
DEUS É FIEL

Olá queridos! Graça e Paz!!
Inspirada pela Palavra do Senhor,
fiz lindos extrinhas para nós,
que podem ser utilizados e repassados livremente!
Ao final, segue uma mensagem para aquecer nossos corações!
Deus nos abençoe!








= = = = = = = = = = = =
Muitas pessoas costumam dizer aquela velha frase,..
"todos os caminhos levam a Deus"
Será?? Não é isso que diz a Bíblia.
A Bíblia é a Palavra de Deus.
E a Palavra de Deus nos diz que Jesus á o Caminho, e a Verdade e a Vida.
Diz ainda que NINGUÉM vem ao Pai senão, por Ele.
Ora,.. se a Bíblia - que é a Palavra de Deus - diz, afirma, que ninguém vai ao Pai senão através de Jesus, então PORQUE tanta gente insiste que "todos os caminhos levam a Deus"?????
As pessoas põe sua fé em muitas coisas,.. e até dizem que milagres acontecem.. São curadas, ganham na loteria (!!!!), conseguem coisas,....
Mas a salvação amados, não se encontra em qualquer caminho não,.... A Bíblia ainda diz, que há caminhos que PARECEM corretos, mas ao final, dão em MORTE.
Isso é muito sério!!!
Não disperdice sua fé em qualquer "caminho".
Talvez vc possa ver grandes coisas acontecendo!!
Adivinhações, aparecem pessoas lhe dizendo todo seu passado, enfim..
A Bíblia disse q tudo isso aconteceria... Para CONFUNDIR.
Hoje, vc está tendo a oportunidade de saber A VERDADE.
Jesus - e somente Ele - é O Caminho, a Verdade e a Vida!
Deus te abençoe!
O Poder do Louvor
Prof. Anísio Renato de Andrade
O verdadeiro louvor torna-se um meio pelo qual o poder de Deus opera no meio da igreja. Existem vários fatores que tornam o louvor uma força influente e outros que podem até inutilizá-lo. O poder do louvor se relaciona a vários elementos: seu veículo, seu conteúdo, sua origem, seu propósito e seu agente.
Na maioria das vezes, o louvor tem a música como veículo. Encontra-se aí então um elemento poderoso. A música é uma linguagem universal e tem o poder de influenciar o corpo e a mente das pessoas em qualquer lugar do mundo, em qualquer cultura. Ritmo e melodia exercem influência psicológica, produzindo efeitos físicos diversos. O corpo é induzido ao movimento, de modo quase automático. A mente se torna receptiva quando a música é agradável. Desse modo, sentimentos são estimulados e comportamentos são alterados.
O poder da música explica sua ampla utilização no nosso dia-a-dia, seja nos anúncios comerciais, nos eventos, nas religiões, na política, na didática, nas forças armadas, no futebol, nas terapias, etc.. Com motivo ou sem motivo, com objetivo específico ou por simples prazer, a música está em toda parte em virtude do poder que lhe é inerente.
As forças armadas se utilizam da música para estimular o patriotismo de seus soldados. Os hinos dos times de futebol também conseguem efeito semelhante em suas torcidas. Não é de se estranhar que alguns jogos terminem em guerra. Nas campanhas políticas a música é usada para gravar na memória os nomes dos candidatos, seus números e suas ideologias. O mesmo recurso é usado por alguns professores para que seus alunos guardem fórmulas matemáticas e regras gramaticais.
Ao ouvir uma música, podemos nos lembrar de fatos passados, lugares, pessoas, sentimentos, como se, por um momento, estivéssemos revivendo tudo aquilo.
A música provoca estados emocionais diversos: agitação, calma, romantismo. Pode fazer rir ou chorar.
Acrescentando a tudo isso a letra, a mensagem e o seu significado, teremos o poder musical multiplicado.
A música é algo poderoso e isto é muito sério, pois o seu uso pode ser para o bem ou para o mal. Existem músicas que estimulam a rebeldia, a violência, o vício, o sexo e até mesmo o suicídio. Muitas pessoas têm seu comportamento influenciado pelo tipo de música que ouvem.
Quando trabalhamos com a música dentro da igreja, devemos estar conscientes de que estamos manipulando algo muito poderoso. Precisamos estar atentos para não usarmos a música de um modo que venha estimular o pecado.
O poder do louvor é muito mais do que o poder da música, mas esta abordagem nos permite compreender o princípio da questão. Através do louvor nós influenciamos as pessoas. Que tipo de influência estamos passando?
A música evangélica, quando usada corretamente, é poderosa para a fixação da palavra de Deus, para sua compreensão e para conduzir as pessoas à contrição ou ao júbilo na presença do Senhor. Para ter plena eficácia, nosso louvor precisa ter a unção e o poder do Espírito Santo, conforme abordaremos mais especificamente em nossos próximos artigos.
O poder da música foi criado por Deus. Contudo, é um princípio universal e está à disposição de todos. Até o Diabo usa a música para os seus fins escusos. Que nós possamos usá-la para a honra e para a glória do nosso Deus.
Prof. Anísio Renato de Andrade
O verdadeiro louvor torna-se um meio pelo qual o poder de Deus opera no meio da igreja. Existem vários fatores que tornam o louvor uma força influente e outros que podem até inutilizá-lo. O poder do louvor se relaciona a vários elementos: seu veículo, seu conteúdo, sua origem, seu propósito e seu agente.
Na maioria das vezes, o louvor tem a música como veículo. Encontra-se aí então um elemento poderoso. A música é uma linguagem universal e tem o poder de influenciar o corpo e a mente das pessoas em qualquer lugar do mundo, em qualquer cultura. Ritmo e melodia exercem influência psicológica, produzindo efeitos físicos diversos. O corpo é induzido ao movimento, de modo quase automático. A mente se torna receptiva quando a música é agradável. Desse modo, sentimentos são estimulados e comportamentos são alterados.
O poder da música explica sua ampla utilização no nosso dia-a-dia, seja nos anúncios comerciais, nos eventos, nas religiões, na política, na didática, nas forças armadas, no futebol, nas terapias, etc.. Com motivo ou sem motivo, com objetivo específico ou por simples prazer, a música está em toda parte em virtude do poder que lhe é inerente.
As forças armadas se utilizam da música para estimular o patriotismo de seus soldados. Os hinos dos times de futebol também conseguem efeito semelhante em suas torcidas. Não é de se estranhar que alguns jogos terminem em guerra. Nas campanhas políticas a música é usada para gravar na memória os nomes dos candidatos, seus números e suas ideologias. O mesmo recurso é usado por alguns professores para que seus alunos guardem fórmulas matemáticas e regras gramaticais.
Ao ouvir uma música, podemos nos lembrar de fatos passados, lugares, pessoas, sentimentos, como se, por um momento, estivéssemos revivendo tudo aquilo.
A música provoca estados emocionais diversos: agitação, calma, romantismo. Pode fazer rir ou chorar.
Acrescentando a tudo isso a letra, a mensagem e o seu significado, teremos o poder musical multiplicado.
A música é algo poderoso e isto é muito sério, pois o seu uso pode ser para o bem ou para o mal. Existem músicas que estimulam a rebeldia, a violência, o vício, o sexo e até mesmo o suicídio. Muitas pessoas têm seu comportamento influenciado pelo tipo de música que ouvem.
Quando trabalhamos com a música dentro da igreja, devemos estar conscientes de que estamos manipulando algo muito poderoso. Precisamos estar atentos para não usarmos a música de um modo que venha estimular o pecado.
O poder do louvor é muito mais do que o poder da música, mas esta abordagem nos permite compreender o princípio da questão. Através do louvor nós influenciamos as pessoas. Que tipo de influência estamos passando?
A música evangélica, quando usada corretamente, é poderosa para a fixação da palavra de Deus, para sua compreensão e para conduzir as pessoas à contrição ou ao júbilo na presença do Senhor. Para ter plena eficácia, nosso louvor precisa ter a unção e o poder do Espírito Santo, conforme abordaremos mais especificamente em nossos próximos artigos.
O poder da música foi criado por Deus. Contudo, é um princípio universal e está à disposição de todos. Até o Diabo usa a música para os seus fins escusos. Que nós possamos usá-la para a honra e para a glória do nosso Deus.
Comandando o Flamengo, Luxemburgo barra cultos evangélicos no clube
Desde que chegou ao Flamengo, Vanderlei Luxemburgo mudou o time, testou jogadores, conseguiu duas vitórias e dois empates e fez uma barração religiosa: o técnico suspendeu os cultos evangélicos que eram realizados nas vésperas dos jogos no Rio, quando o Pastor Fernando, da comunidade evangélica Até Aqui Nos Ajudou o Senhor, fazia uma roda de oração com palavras motivacionais no hotel que serve de concentração para o time. Com isso, o encontro agora acontece numa igreja e com o auxílio da tecnologia, com mensagens de texto de celular e através da internet.
"Quando muda o técnico, os jogadores pedem autorização. O Diego (Maurício) chegou a falar com o Isaías (supervisor de futebol)... O Vanderlei disse que liberando a presença de um pastor, daqui a pouco vão querer levar pai de santo, padre... Eu entendi, ele foi coerente, quis organizar", afirma o pastor Fernando.
O veto acontece justamente no momento em que mais jogadores passaram a buscar conforto e apoio nas palavras de Deus e conversas motivacionais. Juan e Correa são os novos integrantes do grupo, que já contava com Marcelo Lomba, Diego Maurício, Diogo, Paulo Vitor, Deivid e Val Baiano, entre outros. Na base da fé e da confiança que ganhou de Luxemburgo, Val Baiano fez gols e desencantou.
"Os encontros estão acontecendo na igreja. Depois do culto, reservo um momento em separado para os jogadores do Flamengo, com orações e conversa", afirma o pastor.
Apesar da proibição de Luxemburgo, o religioso não cria polêmica e elogia o treinador rubro-negro. "Ele é o cara, um fera, técnico de verdade mesmo", afirma Fernando.
Além dos encontros na igreja, o pastor troca mensagens pela internet e SMS de celulares com os jogadores. "Às vezes, quando eles estão no ônibus da delegação indo para o jogo, mandam um SMS dizendo que estão com Deus", destaca o pastor.
Os jogadores que buscam forças na palavra evangélica costumam escrever mensagens religiosas no Twitter para propagar sua fé. Mas o pastor Fernando faz um alerta. "Digo que não tem essa de Deus faz tudo... os jogadores têm que fazer a parte deles", ressalta
18/10/2010
10/10/2010
04/10/2010
| O Brasil precisa de pastores de caráter limpo Publicado em 6/26/2009 Samuel Costa da Silva http://www.institutojetro.com.br/lendoartigo.asp?t=4&a=1604 O caráter de um pastor define o seu ministério. Isso significa que um pastor cujo caráter é íntegro produzirá um ministério limpo, cheio de graça e de verdade, um ministério sem nebulosidades. Contudo, um pastor sem caráter, invariavelmente, produzirá um ministério fajuto, de mentirinha, caracterizado pela arrogância, vaidade, roubos (não só financeiros, mas de tempo e de vidas), adultérios e neuroses pessoais pretensamente anunciadas como revelações de Deus.Não adianta um ministério aclamado pelos homens, mas reprovado por Deus. No final, o que conta mesmo é minha vida diante de Deus. Quando se trata de liderança pastoral há um trecho da palavra de Deus que muito me chama a atenção. É o texto de Mateus 7:21-23, que diz: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade.” O curioso nesse texto é que todas as realizações alegadas pelos que estão sendo reprovados no juízo final são funções associadas à liderança pastoral: profecias, expulsão de demônios, realização de milagres. Só líderes no reino de Deus realizam tais tarefas. O Senhor, entretanto, os reprova, pois o coração desses líderes não era limpo, seu testemunho era condenável, suas motivações mais íntimas eram mesquinhas e egoístas. Na verdade, esses líderes tomavam o nome de Deus em vão todas as vezes que realizavam milagres, profetizavam ou expeliam demônios, pois no dia-a-dia “praticavam a iniqüidade”, promoviam a si mesmos. Jesus, no sermão do Monte, entre outras bem-aventuranças, declarou que são “bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mt. 5:8). Deus se importa muito com um coração limpo. Por essa razão, Jesus inclui os limpos de coração em suas bem-aventuranças. O pastor precisa ter coração limpo se deseja servir a Deus com integridade e um testemunho pessoal aprovado. Davi escreve “Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente” (Salmo 24:3-4). Por isso, o líder da igreja, deve conservar o “mistério da fé com a consciência limpa” (I Tm. 3:9). Manter um bom testemunho por ter um coração limpo não necessariamente fará do pastor um sucesso entre os homens. Pelo menos enquanto este pastor estiver vivo. Depois de morto é outra história. Não obstante, é o bom testemunho que fará desse líder um vitorioso diante do Seu Senhor, pois Deus sabe que o bom testemunho agrega as ovelhas, enobrece o reino de Deus, honra o nome do Senhor, não escandaliza os mais fracos na fé. Portanto, cabe a cada líder pastoral avaliar diariamente como está o seu coração. Esse exercício devocional é imprescindível para ser bem sucedido no ministério da Palavra, pois somente os limpos de coração verão a Deus e, assim, serão considerados bem-aventurados. Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site www.institutojetro.com e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com. |
| Publicado em | ||
| PLC 122: Perigo de nova votação surpresa esta semana na Comissão de Direitos Humanos | ||
| Autor: Julio Severo Fonte: www.juliosevero.com | ||
|
03/10/2010
VOTO CONSCIENTE
BOM DIA POVO DE DEUS ,HOJE É O DIA QUE VOCE PODE AJUDAR A MUDAR O BRASIL...ANALISE BEM OS POLITICOS QUE TEM COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUSE VOTE CONSCIENTE PARA MUDAR E FAZER DO NOSSO PAIS UM BRASIL MELHOR
02/10/2010
20/09/2010
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